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Coordenador:
Jason Albuquerque
Endereço:
Rua General Osório, 1.099
Centro
Fone: (16) 3610-1510
Fax: (16) 3610-6555
CEP: 14010-080
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Projeto Ribeirão Jovem Saúde
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O Projeto tem como eixo estruturante de suas ações a integração do Programa Ribeirão Jovem e Secretaria Municipal da Saúde, através do Programa Municipal de DST/AIDS e Hepatites Virais, respeitando os princípios e diretrizes que os regulamentam. O compromisso dos responsáveis pela promoção de políticas públicas para jovens no município é fundamental para a implementação do projeto de prevenção e promoção à saúde na comunidade, na perspectiva de transformar os contextos de vulnerabilidade que expõem adolescentes e jovens à infecção pelo HIV e à AIDS, a outras doenças de transmissão sexual e a gravidez não-planejada. |
O Projeto leva em consideração a importância das ações em saúde sexual e saúde reprodutiva, realizadas nas diferentes regiões do município, de acordo com sua vulnerabilidade social, assumindo que essa riqueza de experiências deve ser valorizada e potencializada quando da implementação do projeto.
Em determinados contextos, poderá representar um incentivo para desencadear novos processos de trabalho, com vistas a superação de iniciativas pontuais e à geração de ações permanentes, inovadoras e integradas entre outras instituições governamentais, não governamentais e iniciativa privada.
No Brasil, em 2004 foram registrados 55.060 casos de AIDS entre jovens menores de 24 anos, sendo 32.116 do sexo masculino e 22.944 do sexo feminino. Isso representa 15,2% dos casos notificados de AIDS no País, desde o início da epidemia (PN-DST/AIDS).
Entre os jovens, porém, a transmissão sexual não tem sido a única forma de exposição ao HIV. Na população entre 13 e 24 anos, a via sanguínea responde por 31% dos casos notificados de AIDS – sendo que em 94,3 % desses casos a infecção foi decorrente do uso indevido de drogas injetáveis. A transmissão sexual representa 59,3% e a fonte de infecção é ignorada em 9,7% dos casos (PN-DST/AIDS 2004).
Os dados mais recentes mostram um aumento desigual da epidemia entre mulheres e, particularmente, entre jovens do sexo feminino, o que pode ser parcialmente explicado pelo fato de a iniciação sexual ocorrer, freqüentemente, com homens que já tiveram experiências sexuais anteriores e, portanto, maior possibilidade de exposição às doenças sexualmente transmissíveis. Na maioria dos casos, a mulher temendo gravidez, mas sem se preocupar com a transmissão das DST e da AIDS, opta pelo uso de anticoncepcional hormonal.
Estamos vivendo uma modificação importante nas tendências da epidemia. A sua estabilização, ainda que em patamares elevados, vem sendo acompanhada de um crescimento desigual do número de casos novos entre populações em situação de desvantagem social.
Atualmente, na faixa etária entre 13 e 19 anos, a AIDS afeta mais o sexo feminino: para cada 8 meninos com AIDS há 10 meninas. Em 2007, entre jovens do sexo masculino, na categoria de exposição sexual há maior transmissão em homens que fazem sexo com homens (HSH) 39,2%, enquanto a proporção em heterossexuais era de 22,2%.
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